Aprovado: Arena da Baixada terá gramado sintético para o Brasileirão 2018

Foto: JASON SILVA/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO

Em reunião com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), representantes dos 20 times participantes do Brasileirão, definiram algumas novidades para a edição deste ano do campeonato. Dentre eles, está a aprovação uninânime da grama sintética da Arena da Baixada, além do mando de campo itinerante, que libera os times a jogarem fora de seus estados de origem durante o Brasileirão. Já o árbitro de vídeo foi vetado.

A decisão que derruba o veto ao gramado sintético acontece quatro meses depois da sua aprovação, em setembro de 2017, quando o então presidente do Vasco, Eurico Miranda, comandou as votações e, junto com ele, outros 15 clubes votaram a favor e cinco contra. O argumento era de que o Atlético-PR se beneficiava do gramado diferente dos outros estádios.

“Fica caracterizado que não teve um favorecimento técnico em relação a isso. Essa questão foi até considerada, porque o Atlético-PR teve um rendimento bom em 2016, que normalmente já tinha. Por esse fato acabou então interpretando que era uma vantagem técnica. É uma grama aprovada aprovada pela Fifa, todos os testes são feitos, que a deixam muito semelhante ao uso da grama natural. Isso foi um reconhecimento da CBF e de todos clubes que não existiu vantagem”, informou o Luiz Sallim Emed, presidente do conselho administrativo do Atlético-PR.

A grama da Arena da Baixada foi instalada pelo Atlético-PR em 2016 como alternativa aos problemas no cuidado com a natural. O formato do estádio, as condições do solo e mesmo o clima mais frio e úmido de Curitiba não propiciavam o crescimento do gramado.

 Outras decisões

Também ficou decidido durante a reunião que no próximo Brasileirão os times mandantes do jogo poderão jogar cinco vezes fora de seus estados de origem, desde que haja a aprovação do tipo visitante e da federação do clube mandante. Nenhum destes mandos pode ser vendido nas cinco últimas rodadas do campeonato, ou seja, da 34 rodada até o fim.

A CBF determinou que os clubes pagariam pela tecnologia do árbitro de vídeo, por este motivo, os representantes das equipes votaram contra a novidade.  O custo estimado para os 380 jogos da Série A era de R$ 20 milhões. No entanto, haverá árbitro de vídeo a partir das quartas de final da Copa do Brasil.

Por Natalia Malvezzi (Com informações do G1)

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